NASA mira 1º de abril para lançar missão tripulada à Lua
12/03/2026
(Foto: Reprodução) O foguete SLS e a cápsula Orion avançam presos ao lançador móvel em direção ao Complexo 39B, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, durante a preparação da missão Artemis II.
NASA/Aubrey Gemignani
A NASA anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende lançar sua nova missão tripulada rumo à Lua em 1º de abril.
Se tudo ocorrer como planejado, o feito marcará o primeiro voo de astronautas ao redor do satélite natural em mais de meio século.
A missão, chamada Artemis II, deve levar quatro astronautas em uma viagem de cerca de 10 dias, orbitando a Lua e retornando à Terra.
Será também a primeira vez que o novo foguete Space Launch System (SLS) e a cápsula Orion transportarão pessoas.
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Se o cronograma for mantido, a decolagem ocorrerá no Kennedy Space Center, na Flórida, de onde o foguete deve partir rumo à órbita lunar.
A tripulação será formada pelos astronautas Reid Wiseman, Christina Koch, Victor Glover e pelo canadense Jeremy Hansen, da Canadian Space Agency.
Durante o voo, a nave deverá viajar mais longe da Terra do que qualquer missão tripulada anterior, segundo a agência espacial americana.
A missão representa um passo importante do programa Artemis, que pretende levar astronautas novamente à superfície lunar ainda nesta década.
A última vez que seres humanos viajaram até a Lua foi em Apollo 17, em 1972.
Os quatro astronautas da Artemis II, missão que vai levar a tripulação em um voo de cerca de 10 dias ao redor da Lua.
Nasa
O foguete que será usado na missão tem 98 metros de altura e passou por uma série de testes nas últimas semanas.
Em fevereiro, engenheiros da NASA realizaram um ensaio que simula quase todas as etapas de uma contagem regressiva de lançamento e envolve o carregamento de centenas de milhares de litros de combustível criogênico.
Após o teste, os técnicos identificaram um bloqueio no fluxo de hélio em parte do estágio superior do foguete, o que obrigou a NASA a levar o equipamento de volta ao hangar para reparos.
Segundo a agência, o problema foi corrigido com a substituição de um selo defeituoso.
As equipes também instalaram novas baterias no foguete e na cápsula Orion e testaram diversos sistemas antes de preparar o retorno do veículo à plataforma de lançamento.
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