Prefeitura do Rio demite Monique Medeiros; ré pela morte do filho Henry Borel perde cargo de professora

  • 25/03/2026
(Foto: Reprodução)
A pedagoga Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, depõe durante audiência no plenário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), no centro da cidade, nesta quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022. Mauricio Almeida/Estadão Conteúdo O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) demitiu nesta quarta-feira (25) Monique Medeiros, ré pela morte do filho, Henry Borel. Com a decisão, Monique perde o cargo de professora na rede municipal do Rio e deixa de ser servidora. O menino morreu há 5 anos com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. Após uma série de idas e vindas, afastamentos e retornos administrativos, o processo administrativo disciplinar (PAD) votou pela demissão da professora. O processo da Secretaria de Educação avaliou a conduta da docente. Desde o crime, Monique vinha recebendo salários como servidora pública municipal. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Caso Henry Borel: Entenda por que o julgamento foi adiado 🔎 No serviço público, a demissão é uma sanção disciplinar punitiva aplicada a servidores estáveis ou durante o estágio probatório, após um PAD comprovar falta grave. Diferente da exoneração, a demissão mancha o histórico funcional e resulta na perda do cargo e da matrícula. Monique perdeu o cargo público apenas dois dias depois de deixar o Complexo de Gericinó, onde estava presa. Ela havia sido beneficiada por uma decisão judicial que relaxou a prisão preventiva para evitar o que a juíza considerou um “constrangimento ilegal”, já que o júri popular foi adiado para 25 de maio. Logo após a soltura, porém, o Ministério Público do Rio (MPRJ) entrou com um recurso pedindo que a Justiça revogue a decisão e que Monique retorne ao sistema prisional imediatamente. O pedido está sendo analisado pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ). O júri foi adiado depois de uma manobra da defesa do ex‑vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho. Os advogados deixaram o plenário após a juíza Elizabeth Louro negar um pedido de adiamento. Sem defensores, a sessão não poderia prosseguir e precisou ser remarcada.

FONTE: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/03/25/prefeitura-do-rio-demite-monique-medeiros.ghtml


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